sexta-feira, 12 de abril de 2019

Maldaner quer a presidência do MDB e se reúne com lideranças da sigla na Amauc

Em reunião realizada em Concórdia na noite de sexta-feira, dia 12, o deputado federal Celso Maldaner afirmou às lideranças do MDB da região da Amauc, a vontade de assumir a presidência estadual do partido. A principal “bandeira de campanha” do postulante ao cargo, é a transparência. A eleição da Executiva Estadual acontece no mês de maio.

O encontro contou com a presença de presidentes municipais, prefeitos, vereadores, integrantes de diretórios e simpatizantes. O deputado estadual Moacir Sopelsa também participou. “Nosso objetivo é ouvir e valorizar as lideranças do MDB. Estamos visitando as regiões do Estado conhecendo os anseios de cada município para apresentar nossa proposta de trabalho”, comenta Maldaner.

Ele destacou que se assumir o partido, a gestão será baseada em três eixos. A transparência, o compromisso e a valorização dos diretórios municipais. “É transparência total, tanto de ações, como financeira, é o nosso foco. A cada 30 dias vamos fazer prestação de contas de tudo, cada coordenador regional vai apresentar o trabalho realizado. Todos os gastos do partido também serão apresentados”, explica Maldaner. “O comprometimento também fará parte do nosso sistema. Cada candidato do MDB, independente do cargo que concorrer, vai assinar um contrato de compromisso ético e moral com o partido”, destaca o deputado. “E também vamos trabalhar olhando olho no olho, valorizando nossas lideranças. O MDB não é apenas uma onda, nós temos uma história de respeito em Santa Catarina e quem faz parte dela merece ser ouvido, não queremos apenas as “decisões que vêm de cima”, ressalta.

Maldaner conta que a maioria das lideranças que visitou pede que a nova Executiva Estadual seja eleita através de consenso, mas não descarta uma disputa. “O pessoal prefere o consenso, mas é possível que haja a eleição. Já tivemos em outras oportunidades para a escolha de presidente, de candidatos ao governo, ou seja, isso é normal, é o processo democrático”, observa. “De quatro ou cinco possíveis postulantes ao cargo, hoje existem apenas dois; o senador Dário Berger e eu”, lembra.

Fonte: Cristiano Mortari - Rádio Aliança


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