quinta-feira, 2 de janeiro de 2020

Casa de veraneio é destruída pela segunda vez nas margens do Rio Pelotas

Uma casa de veraneio nas margens do Rio Pelotas, mantida pelo policial civil Márcio Senger, foi alvo de dois ataques criminosos nos últimos meses. No dia 15 de setembro, a casa foi incendiada e o laudo pericial apontou que o ato foi criminoso.

Depois desse episódio, Senger, com o apoio de amigos, reiniciou a construção da casa, conhecida popularmente por “Gaudêncio Eco Louge”. No início do mês de dezembro, as paredes, a rede de luz e água foram refeitas e o imóvel estava pronto para receber a cobertura. Ao chegar no local no dia 26, Senger se deparou com as paredes totalmente destruídas. Ele chegou a conversar com uma pessoa que mora nas redondezas, mas esta afirmou que não ouviu e nem viu nada.

Senger registrou mais um Boletim de Ocorrência. Ainda, de acordo com ele, as suspeitas recaem sobre uma pessoa que possuiu terras na redondeza e quer evitar que a área onde fica o imóvel seja ocupada.

Márcio mantém o imóvel no local há mais de 20 anos e busca na justiça, através de usucapião junto a Comarca de Capinzal, a legalização da propriedade. O local é usado por ele e amigos para passar os finais de semana, fazer pescarias e passar momentos de lazer com as famílias.











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