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segunda-feira, 13 de setembro de 2021

Escola Passinho inicial emite alerta sobre casos da doença mão-pé-boca e pede colaboração dos pais

Postado por:   Data: Pinterest

Instruções são para que familiares fiquem atentas aos primeiros sintomas e mantenham crianças afastadas da escola enquanto o ciclo da doença não tenha passado por completo

 

As salas de aula da Escola Infantil Passinho Inicial foram sanitizadas no final de semana. A decisão foi tomada depois do surgimento de novos casos da doença mão-pé-boca, que provoca lesões como a afta em partes do corpo.


De acordo com a diretora, Márcia Fabrin, há cerca de dois meses surgiram os primeiros casos. “A escola já foi sanitizada outras vezes, mas, nos últimos dias, novos casos apareceram”, explicou. “Pedimos aos pais que ao notarem que seu filho ou filha não dormiu bem à noite, não mandem para a escola e monitorem os sintomas pelo menos por dois dias em casa. Alguns país insistem em mandar seus filhos com a doença visível, o que causa a infecção de outros alunos e o círculo de contágio não termina”, completa. 


A Secretaria de Educação de Piratuba apela para o bom senso dos pais, em estarem atentos aos principais sintomas e em caso de dúvidas, entrarem em contato com a escola, já que é preciso respeitar este ciclo de distanciamento para eliminar a possibilidade da síndrome continuar ocorrendo.

 

 

Saiba mais sobre a Síndrome:


Embora possa contagiar adultos, a enfermidade é mais comum na infância, antes dos cinco anos de idade. O nome da doença se deve ao fato de que as lesões aparecem mais comumente em mãos, pés e boca.


A síndrome é causada pelo vírus Coxsackie, da família dos enterovírus, que habitam normalmente o sistema digestivo. Segundo especialistas do Ministério da Saúde, ainda não existe vacina contra a doença, mas em geral, como ocorre com outras infecções por vírus, ela desaparece espontaneamente depois de alguns dias.


Na maioria dos casos, tratam-se apenas os sintomas, deixando os medicamentos antivirais reservados para os casos mais graves. O ideal é que o paciente permaneça em repouso, tome bastante líquido e alimente-se bem, apesar da dor de garganta.


A transmissão acontece pela via oral, por meio do contato direto entre as pessoas e em casos de contato com secreções corporais e mais incomumente por meio de objetos contaminados. Mesmo depois de recuperada, a pessoa pode transmitir o vírus pelas fezes durante aproximadamente quatro semanas. O período de incubação oscila entre um e sete dias. Na maioria dos casos, os sintomas são leves e podem ser confundidos com os do resfriado comum.

 

 

São sinais característicos da doença:

 – febre alta nos dias que antecedem o surgimento das lesões;

– aparecimento, na boca, amídalas e faringe, de manchas vermelhas com vesículas branco-acinzentadas no centro que podem evoluir para ulcerações muito dolorosas;

– erupção de pequenas bolhas em geral nas palmas das mãos e nas plantas dos pés, mas que pode ocorrer também nas nádegas e na região genital;

– mal-estar, falta de apetite, vômitos e diarreia;

– por causa da dor, surgem dificuldade para engolir e muita salivação.


AsCom Piratuba/ Redação




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